Decoração: Vantagens e desvantagens do microcimento na reabilitação

Publicado em 2019-08-19

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O microcimento é o material da moda

O seu ar industrial e revestimento contínuo são muito apelativos em termos visuais. Mas será que tecnicamente é vantajoso a utilização deste material em reabilitações?

O microcimento é um material com propriedades muito particulares que têm feito a diferença actualmente no mercado. Resistência, continuidade de material, aplicação sobre diversos suportes e vários acabamentos finais, são as principais vantagens deste material.

No fundo é um material de revestimento contínuo de base cimentícia com a junção de adjuvantes sintéticos que lhe conferem dureza, cor e durabilidade. Este revestimento pode atingir entre 2 a 3 mm de espessura, o que o torna ideal para aplicar sobre materiais de revestimentos antigos, quer seja em pavimentos, paredes ou até mesmo em mobiliário.

Esta particularidade tem sido a verdadeira vantagem deste material nas reabilitações. Permite manter o revestimento original sem haver necessidade de demolições, entulhos e todas as fases de iniciais de obra, passando logo para a aplicação deste acabamento. No entanto, apesar de ser mais dispendioso, é um custo que é diluído na ausência de necessidade de remoção do revestimento original. Mas atenção, assegure-se que a base de suporte é considerada suficientemente estável para poder aplicar o microcimento.

 

O microcimento pode ser aplicado sobre que tipos de materiais?

Alguns dos materiais onde pode ser aplicado o microcimento são:

  • Cerâmicos
  • Estuques
  • Gesso cartonado
  • Elementos pétreos
  • entre outros…

Onde evitar aplicar o microcimento?

 

  • Bases irregulares, como pavimentos em réguas de madeira que, dada a sua oscilação natural, pode danificar o microcimento.

A maior dificuldade é a aplicação deste material. Para além de mão-de-obra qualificada, tem que responder a determinados parâmetros de humidade ambiente e preparação da base necessários para a sua aplicação. Estas questões poderão condicionar o processo de obra.

Outra desvantagem é a necessidade de, no futuro, realizar pequenas reparações localizadas. Enquanto, por exemplo, quando falamos de revestimento cerâmico, basta ter algumas peças semelhantes para voltar aplicar. No caso do microcimento, como é uma mistura de vários componentes, é difícil conseguir encontrar a mesma mistura para voltar a aplicar, sem que se note a reparação.

Quais as fases de aplicação do microcimento?

 

1. Preparação e regularização da base

2. Aplicação da mistura cimentícia

3. Aplicação da camada de desgaste

A preparação da base a aplicar o microcimento é preponderante para o resultado final. Posteriormente é na segunda fase que se juntam as tonalidades pretendidas. Podem ter combinações ilimitadas, ou então optar pela cor natural – cinza do cimento. Na última fase, aplica-se a camada de protecção e desgaste. Aqui define-se por exemplo, em situações que se use como pavimento, se o mesmo é anti-derrapante ou não. Como? Através de junção de micro agregados de sílica.

Decoração Microcimento

A versatilidade deste material permite que se use em ambientes interiores e exteriores e a sua impermeabilidade torna-o perfeito para utilização em ambientes húmidos. Instalações sanitárias ou até mesmo o revestimento de peças de mobiliário são algumas das formas de uso.

 

Dica do Tutor

Pesquise mais sobre este material e verifique se se adequa aos seus projectos pessoais e profissionais. Garanta sempre que se rodeia de profissionais qualificados da área, de modo a que tenha o melhor apoio possível.

Paulo Melo – Arquiteto e e-Tutor das formações na área da Decoração

 

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Quais as temáticas da formação em Gestão de Hostels e Alojamento Local

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