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Celebra-se hoje o Dia da Criança. Mas será que se sabe o porquê? Dia 1 de Junho é o dia em que foi assinada a Declaração Universal dos Direitos das Crianças. Em 1959 os países membros da Organização das Nações Unidas juntaram-se para elaborar esta Declaração e, anos mais tarde, promover o dia 1 de Junho a Dia da Criança. É nesta declaração que se afirma que todas as crianças têm direito a serem respeitadas e ouvidas independentemente da religião, raça, etnia e género. Afirma também que todas as crianças têm direito aos estudos gratuitos, ao lazer e a viver numa zona livre de conflitos.

É costume dizer-se que as crianças são o futuro da Humanidade. Porém, elas são também consideradas população vulnerável e, por isso têm de ser protegidas. Ao assegurar a segurança e o desenvolvimento das crianças está também a assegurar-se o futuro. O papel dos cuidadores é essencial para garantir que a criança tenha um desenvolvimento motor e das faculdades mentais completo.

Criança com óculos e um livro nas mãos

Para quem tem vocação e sonha trabalhar com crianças existem duas profissões que devem ser consideradas: Auxiliar de Educação Infantil e Babbysitter.

Ambas as profissões são cruciais para proporcionar um crescimento saudável à criança. É da competência do/a auxiliar e babysitter fornecer as ferramentas necessárias para que a criança ganhe capacidades pessoais e sociais para se tornar melhor adulto íntegro.

O/a auxiliar e babysitter deverá conhecer especificidades alimentares e hábitos de descanso e higiene. Deverá também ser um animador nato, com recursos a jogos educativos e que estimulem o desenvolvimento sensorial e cognitivo. Estes/as profissionais deverão também proporcionar o melhor ambiente para que a cresça em pleno.

Educadora infantil numa mesa com crianças enquanto estas fazem os deveres

Na formação em Auxiliar de Educação Infantil e Babyssiting da Master D, poderá adquirir estas e outras competências para ser um/a excelente profissional na área da educação para crianças.

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Comentários

06 de Junho de 2017Mário Shatipamba
Peço desculpa, quero resalvar a afirmação anterior "Ou seja, o tratamento que os nossos mais velhos nos deram se foi o adequado ou não, não devolver aos filhos agora". Obrigado por me permitirem resalvar...
Responder
06 de Junho de 2017Mário Shatipamba
Já fomos crianças agora mais velhos, acho que primeiro devemos agradecer à Deus por esta dadiva que Deus nos ofereceu. Agora devemos transmitir esta mesma dadiva as nossas crianças, independemente da nossa condição social. Ou seja, o tratamento que os nossos mais velhos nos deram se foi o adequado, não devolver aos filhos agora.

Saudações
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