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O desenvolvimento agrícola na Beira Interior duplicou entre 2007 e 2013. Afinal as oportunidades desta região não são tão limitadas como se julgava. Quem ainda pensa que a Beira Interior é um deserto está redondamente enganado. A região está em crescimento, principalmente no sector agrícola. O desenvolvimento agrícola na Beira Interior nota-se a olhos vistos.   As cerejas do fundão são dos produtos de agricultura biológica mais consumidos.   Actualmente, a Beira Interior – que engloba municípios da Guarda, Castelo-Branco, Coimbra e Santarém – encontra-se em crescimento constante, sobretudo no que toca à agricultura. Destaca-se a Cova da Beira (Castelo-Branco, Fundão e Belmonte) pela aposta na produção de fruta como a cereja e o pêssego. No entanto, nem só de cerejas do fundão vive o homem. A produção de cogumelos e ervas aromáticas também se encontra em grande crescimento. A aposta nos produtos tradicionais foi, igualmente, um dos factores potenciadores do desenvolvimento agrícola na Beira Interior.   Curso de Gestão Agrícola   Esta região tem recebido cada vez mais “agentes de fora do sector, jovens e com elevado grau de formação escolar”. Desta forma, o sector agrícola duplicou em 6 anos o número de produtores, assim como as áreas de produção. Hoje, o investimento na certificação biológica é uma preocupação.    

A agricultura biológica na Beira Interior

Entre 2014 e 2015, a região cresceu cerca de 12% em “área cultivada com agricultura biológica”. São cerca de 240 mil hectares com um valor de produção superior a 22 milhões de euros. A agricultura biológica da Beira Interior constitui já 26% da superfície cultivada com estes produtos. O consumo de produtos de agricultura biológica tem vindo a ser uma preferência e isso nota-se no crescimento desta área. Apenas 20% destes produtos são exportados, contrariamente a produtos como o vinho e o azeite biológicos. Nestes últimos as exportações constituem cerca de 90% das vendas. Vinhas na Beira interior Tendo em conta o “mercado europeu de agricultura biológica é deficitário”, Portugal tem espaço para se posicionar dentro desta área.

Fonte: ECO - Economia Online

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