Os responsáveis pela Capgemini em Portugal afirmam que a falta de mão-de-obra qualificada está a ser um entrave à contratação. Até 2020, o grupo quer estar a funcionar em pleno e com 200 colaboradores.
O vice-presidente da multinacional, Paulo Morgado, afirmou, à agência Lusa: “inaugurámos um escritório para 200 pessoas, o que significa que há um reforço da nossa aposta por Évora”. E acrescenta que, para chegar a esse número até 2020, terão que ser recrutadas “50 a 60 pessoas, como mínimo, todos os anos”.
A falta de mão-de-obra qualificada está a ser um entrave à contratação de profissionais para a Campgemini
Segundo o mesmo, a empresa não procura apenas profissionais de TI, mas também pessoas que venham de diferentes tipos de formação. O importante, para a Campgemini, é que tenham algum tipo de formação em Programação. Esta dificuldade em recrutar mão-de-obra qualificada não é sentida em outras cidades onde a multinacional está instituída. Em Espanha, por exemplo, “as universidades locais conseguem disponibilizar os alunos”, de forma a “incorporar na organização".
Este centro de excelência tenciona aproveitar “o tecido empresarial, económico e social e as infraestruturas da cidade” de forma a apoiar os seus clientes situados em países estrangeiros.
Segundo Paulo Morgado, o grande problema não recai em ser uma cidade do interior, visto que este centro concorre com outros situados em cidades maiores. Para o mesmo, a solução passa por Portugal “continuar a fornecer recursos, que são alunos portugueses, que se fixam à frente dos espanhóis no domínio do inglês e, portanto, podem trabalhar em qualquer parte.
Fonte: Dinheiro Vivo
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